BREAKING NEWS:   ' Festa do amor 2015, de 26 de Julho a 4 de Outubro. Nu vive ku amor!    

sexta-feira, 22 de julho de 2011

Publicado por SAFENDEONLINE | 11:13
Um copy paste:

Todos os anos mais ou menos por esta altura a empresa em que trabalho é invadida por jovens adolescentes, finalizadas as aulas os filhos dos funcionários com mais de 16 anos convertem-se em estagiários, ganham uns cobres, fazem um monte de trabalhos chatos que a a malta vai acumulando durante o ano e vão aprendendo o que custa a vida.

Há uns dois ou três anos uma jovem morena alta e formosa, filha de uma das secretárias,  chamava a atenção pela sua beleza e sobretudo, pela (pouca) roupa que insistia em passear pela fábrica. Passados poucos dias foram distribuídos pólos da empresa por todos os jovens e de uma forma mais ou menos discreta, ficou claro que não podia haver mais tops justos, mini- saias ou calças no meio do rabo  a mostrar a roupa interior.

Hoje, lembrei-me disto ao ver o reboliço que causou esta noticia. Viver em sociedade implica a aceitação das regras da mesma, nem todos temos a mesma forma de olhar para a vida, cada um tem os seus gostos e a sua própria forma de entender e interpretar alguns conceitos.

É evidente que num mundo em que cada vez mais cada cabeça sua sentença, terá que existir um mínimo de bom senso para que cada um de nós possa viver dentro do seu espaço próprio e das suas ideias sem invadir o espaço do vizinho mais próximo e sobretudo, sem ferir susceptibilidades.

Quando o bom senso não é suficiente a sociedade tende a criar regras que sirvam de equilíbrio, foi isso que fez a empresa onde trabalho e penso que terá sido isso que tentou fazer a Universidade Católica.

O Dress Code é algo que existe na maioria das empresas e instituições. Bancos, seguradoras, consultoras, ministérios, .. instituem regras sobre a forma como se devem vestir os seus funcionários, são normas comuns e aceites por todos sem muitas reclamações... se calhar porque precisamos do salário no fim do mês. 

Se aceitamos que as empresas imponham regras de vestuário porque nos choca tanto que uma universidade o faça?, se adultos formados e responsáveis  precisam de regras que vão para além do bom senso, porque não as podem necessitar os jovens estudantes?

Com venia para o blog!

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Publicado por SAFENDEONLINE | 10:37
Mark Anthony Stroman teve a sua pena de morte executada na noite desta quarta-feira no Texas, EUA, condenado por assassinatos praticados no pós-11 de Setembro.
Palavras de Mark Anthony Stroman "Não posso dizer que eu sou um homem inocente. Não estou pedindo que sintam pena de mim e não vou esconder a verdade. Sou um ser humano e cometi um erro terrível de dor, amor e raiva. Acreditem, estou pagando por esse erro a cada minuto e isso me assombra mesmo nos meus sonhos.”
Apelo de uma das vitimas, ainda vivo, ao Governador do Texas “Por favor, faça a coisa certa: salve a vida de um homem”
Fonte
Campanha internacional
Publicado por SAFENDEONLINE | 10:24
1ª fase!
Safende (Jovens) agradece...e anseia pela 2ª fase!

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Publicado por SAFENDEONLINE | 11:24

Assinala-se hoje, 18 de Julho, pela segunda vez, o Dia Internacional Nelson Mandela, instituído em Novembro de 2009 pela Assembleia-Geral da ONU, devido à contribuição do ex-presidente sul-africano para a cultura da paz e da liberdade.

Por consenso dos 192 países membros, a ONU determinou que, a partir de 2010, se passe a celebrar o Dia Internacional de Nelson Mandela, na data do aniversário do dirigente negro que, em 1993, partilhou o Prémio Nobel da Paz com o seu compatriota sul-africano Frederik de Klerk.
 A Assembleia-Geral decidiu assim reconhecer, o primeiro da organização a um indivíduo, a contribuição fundamental de Mandela, nascido em 1918 na pequena vila de Mvezo, para a resolução dos conflitos, a liberdade no mundo e a promoção das boas relações entre todos os grupos étnicos.  Reconheceu também a dedicação de Mandela ao serviço da humanidade na resolução de conflitos, relações entre raças, promoção e protecção dos direitos humanos, reconciliação, igualdade entre os sexos e os direitos das crianças e de outros grupos vulneráveis.
 Numa mensagem, por ocasião da data, o secretário-geral da ONU, Ban Ki-Moon, considera Nelson Mandela “um combatente da liberdade, um prisioneiro político, um pacifista e um presidente. Curador de nações e mentor para gerações (…) Nelson Mandela é um símbolo vivo de sabedoria, coragem e integridade”.  “Ao celebrarmos seu 93º aniversário e o segundo Dia Internacional Nelson Mandela, me junto a fundação Nelson Mandela para incentivar as pessoas e todo o mundo a fazerem 67 minutos de serviço comunitário durante o Dia Internacional Mandela – um minuto para cada do serviço prestado por Mandela para a humanidade”, apela Ban Ki-Moon.  “O próprio Nelson Mandela disse certa vez: “Nós podemos mudar o mundo e torná-lo um lugar um lugar melhor. Está em nossas mãos fazer a diferença”, cita o secretário-geral, apelando as pessoas a tornar realidade esta mensagem.
 No documento Ban Ki-Moon diz que “a melhor forma de agradecer Nelsom Mandela pelo seu trabalho é agir e inspirar a mudança”.  Nelson Rolihlahla Mandela nasceu no dia 18 de Julho de 1918 na cidade de Transkei é filho de Henry Mgadla Mandela e Noseki Fanny. Coordenou, em 1961, uma campanha de sabotagem contra alvos militares e do governo e viajou para a Argélia para treinamento paramilitar.
 Em Agosto de 1962, Nelson Mandela foi preso após informações da CIA à polícia sul-africana, sendo sentenciado a cinco anos de prisão por viajar ilegalmente ao exterior e incentivar greves.  Em 1964 foi condenado a prisão perpétua por sabotagem (o que Mandela admitiu) e por conspirar para ajudar outros países a invadir a África do Sul (o que Mandela nega).  No decorrer dos 27 anos que ficou preso, Mandela se tornou de tal modo associado à oposição ao apartheid que o clamor "Libertem Nelson Mandela" se tornou o lema das campanhas anti-apartheid em vários países.
 Durante os anos 70, ele recusou uma revisão da pena e, em 1985, não aceitou a liberdade condicional em troca de não incentivar a luta armada. Mandela continuou na prisão até Fevereiro de 1990, quando a campanha do CNA e a pressão internacional conseguiram que ele fosse libertado em 11 de Fevereiro, aos 72 anos, por ordem do presidente Frederik Willem de Klerk.
  
Nelson Mandela e Frederik de Klerk dividiram o Prémio Nobel da paz em 1993. No mesmo ano se candidatou a presidente da África do Sul e foi eleito, exercendo o cargo de 1994 a 1999.
 Como presidente do CNA (de Julho de 1991 a Dezembro de 1997) e primeiro presidente negro da África do Sul (de Maio de 1994 a Junho de 1999), Mandela comandou a transição do regime de minoria no comando, o apartheid, ganhando respeito internacional por sua luta em prol da reconciliação interna e externa.
  
Após o fim do mandato de presidente, Mandela recebeu muitas distinções no exterior, incluindo a Ordem de St. John, da rainha Elizabeth 2ª, a medalha presidencial da Liberdade, de George W. Bush, o Bharat Ratna (a distinção mais alta da Índia) e a Ordem do Canadá.
 Nelson Mandela recebeu o Prémio Príncipe das Astúrias à cooperação internacional (1992), Ordem ao mérito do Reino Unido (1995), Prémio Lenin da Paz (1962), Prémio Internacional Simón Bolívar (1983) e Prémio Nacional da Paz (1995)
 Em 2003, Mandela fez alguns pronunciamentos atacando a política externa do presidente norte-americano Bush. Ao mesmo tempo, ele anunciou seu apoio à campanha de arrecadação de fundos contra a AIDS chamada "46664" - seu número na época em que esteve na prisão.
 Em Junho de 2004, aos 85 anos, Mandela anunciou a sua retirada da vida pública. Assistiu ainda um grande sonho de ver um mundial em Africa, na sua Africa do Sul.
Mais mandelas para a africa que precisa mais do que nunca de encontrar caminho para a paz...
Fonte

sábado, 9 de julho de 2011

Publicado por SAFENDEONLINE | 13:20
A liberdade é rainha dos valores. Quero-a. Quiçá uma virgula aqui! Que liberdade? Uma liberdade pelo qual me encontro, que liberta e que me leva ao encontro do outro ou a tal liberdade? A liberdade egoísta, do binómio - “eu”/“meu”, que destrói. Fez se muito pela humanidade em nome da liberdade, desafortunadamente, ao mesmo tempo os seres humanos pagam facturas elevadas por causa dessa palavra, quando não vista num sentido construtivo e distrai no essencialismo de: a liberdade é eu, eu, meu, meu, eu , meu... ousemos um novo canto para liberdade! A liberdade que edifica e nos faz participes de um mundo mais livre e mais do "nós", "nosso", e de "os que virão".

Dino