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quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Publicado por SAFENDEONLINE | 09:09
A morte do adolescente Douglas Martins no último domingo na zona norte de São Paulo por um disparo de um policial militar traz a tona múltiplas questões em relação à atuação da Polícia Militar. São questões muito mais complexas do que o debate polarizado que se coloca em relação à Polícia. Para compreendê-las é necessário abertura por parte dos críticos do trabalho da corporação e por parte da polícia em relação às críticas que recebe.

Polícia só é polícia porque é autorizada legitimamente a usar a força. Gostemos ou não, é preciso reconhecer essa autorização e discutir se e como nossa polícia está preparada para usar a força corretamente.
A prisão do policial que fez o disparo é importante, mas não pode ser a única resposta da corporação. Até porque não se trata de um caso isolado e é preciso assumir que a responsabilidade também é da própria Polícia e abrir um diálogo nesse sentido.
Feita essa ponderação inicial é importante esclarecer que a força é dividida entre diferentes níveis, que variam desde o nível mais brando materializado pela simples presença de um policial fardado nas ruas, passando pelo seu poder de parar alguém para realizar uma abordagem, até o uso da arma de fogo, nível mais elevado e mais letal da força. A abordagem, em algumas circunstâncias, pode ser um procedimento de extremo risco e de tensão tanto para o policial quanto para a pessoa que será abordada, por isso, é necessário que todos os cuidados sejam seguidos. 

Para usar corretamente todos esses níveis de força, a polícia deve estar permanentemente bem preparada. O que significa que deve haver normas que regulem o uso da força, que deve haver formação permanente e continuada para todo o efetivo, e que deve haver suporte para o policial, tanto em termos de equipamentos adequados como de apoio psicológico. É necessária, ainda, a criação de procedimentos operacionais padrão (POP) com detalhamento dos passos a seguir em relação às diferentes situações de uso da força, com orientações de medidas corretivas quando as situações saírem do controle, sendo que a existência de mecanismos de supervisão permanente sobre como esses POPs são seguidos é tão ou mais importante que os próprios POPs. Por fim, é preciso que os mecanismos de controle sobre a atividade policial estejam voltados para o uso da força em seus diferentes níveis e sejam claros e transparentes para toda a sociedade.

Assim, para cobrar medidas em relação à morte de Douglas Martins, algumas perguntas precisam ser feitas: o policial que atirou seguiu o procedimento padrão para a realização da abordagem? Se não, por quê? Ele conhecia as regras sobre uso da arma de fogo? Por que não as seguiu? Como era feita a supervisão cotidiana sobre seu trabalho e sobre a forma como seguia ou não os procedimentos? Como o seu comandante poderia ter contribuído para uma melhor supervisão e assim prevenir a ocorrência de abordagens mal feitas? Ele estava bem treinado? Se sentia seguro e preparado psicologicamente para lidar com situações de abordagem? E como será o processo de responsabilização, individual e de sua equipe, em decorrência do ato que cometeu?
São as respostas a essas perguntas que podem ajudar a melhorar a capacidade da polícia usar a força, desde que a corporação e a sociedade estejam dispostas a travar um diálogo franco e aberto sobre elas.
Luciana Guimarães e Carolina Ricardo, do Instituto Sou da Paz

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Publicado por SAFENDEONLINE | 13:08
O encontro foi bastante produtivo e foi possivel alcançar os seguintes resultados:

  • Vai ser disponibilizado um contentor para a escola EBI no esforço para combater o lixo na e perto da escola;
  • CMP vai dar licença e apoio com pedras para as obras do Paredom e escada de acesso;
O encontro contou com  presença do Director de Saneamento e um engenheiro por parte da CMP e pela Gestora da Escola e o coordenador do projecto por parte da ASDS/Safende.
Publicado por SAFENDEONLINE | 13:04

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

Publicado por SAFENDEONLINE | 12:53

Publicado por SAFENDEONLINE | 12:52
Grava es nomi li. Munti pessoas de Safende dja foi enganado pa burladoris. Dja burladu alguem na 100, 200, 300, ti 1900 conto. Toma cuidado. Si alguem flou algo de medicamento na um presu pa bendi pa otuca bu cai da facilidade. Flal pe fica cu di sel...nada de fassi dinheru facil, é mintira e truque pa tomou dinheru!